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Clube de Regatas Vasco da Gama

O Clube de Regatas Vasco da Gama é uma associação esportiva fundada em 21 de agosto de 1898 por um grupo de remadores. Recebeu o nome em homenagem ao navegador português Vasco da Gama, pois naquele ano se comemorava o quarto centenário da viagem de descoberta do caminho marítimo para as Índias.Em 25 de junho o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral sancionou o projeto de lei nº 5.052, que criou o Dia do Vasco, data comemorativa que homenageia a fundação do clube.

Camisa

A primeira camisa usada pelo time de futebol era toda negra, com gola e punhos brancos e com a cruz-de-malta em vermelha colocada sobre a posição do coração.

Uniformes do Vasco conforme os anos.

Ao longo dos anos, até 1988 não houve mudanças significativas no uniforme. Algumas vezes eram modificados os tipos de gola, a faixa diagonal era alargada ou diminuída, e os números eram colocados de forma diferente.

Em 1988 foi adotada uma mudança no uniforme do clube, sendo retirada a faixa diagonal nas costas da camisa, ficando esse lado apenas com o número e a marca do patrocinador.

Em 1991 foi feita uma nova mudança: a faixa diagonal foi um pouco alargada, sobre a cruz-de-malta foram colocadas as três estrelas presentes tradicionalmente na bandeira do clube, e foi colocada uma faixa em cada manga (retirada depois, em 1993). Os números também passaram a ser pintados em preto e branco, ao invés do vermelho que era usado até então. Em 1994 o escudo do clube passou a ser colocado também nas mangas.

Já em 1996 o uniforme sofreu uma grande reformulação, com a volta da faixa nas costas, a inclusão dos números em destaque em um círculo, que também servia para dar destaque ao nome da empresa que patrocinava o clube, e as mangas com destaque para o fornecedor de material do clube.

Em 1998 a camisa foi novamente modificada, sendo então feita com gola olímpica com botão, furinhos nas laterais e o escudos nas mangas: de um lado o de campeão brasileiro, e do outro o do centenário do clube. Mais uma vez a faixa nas costas foi retirada, permanecendo apenas o número, mas sem o círculo em torno dele.

Em 2002, a camisa toda preta com a Cruz de Malta sobre o coração foi retomada e passou a ser considerada o terceiro uniforme oficial do clube. A partir de 2003 a faixa diagonal nas costas passou a ser utilizada novamente, assim como os números em vermelho.

Hinos

O hino composto por Lamartine Babo é atualmente o hino oficial do Vasco. Tem em sua introdução instrumental uma citação a A Portuguesa, o hino nacional de Portugal.

O primeiro hino oficial foi escrito por Joaquim Barros Ferreira da Silva, em 1918.

Mascote

No início o mascote do Vasco era o Almirante, em homenagem ao navegador português Vasco da Gama. Após os anos 40 foi criada a figura bem-humorada de um comerciante português barrigudo e bigodudo e de tamancos com a camisa do clube, representando os comerciantes portugueses. Nos anos 60, o cartunista Henfil, no Jornal dos Sports, criou o apelido Bacalhau, que também teve aceitação entre os torcedores.

Sedes

A principal sede administrativa, esportiva e social do clube situa-se no complexo esportivo de São Januário, no bairro Vasco da Gama, no Rio de Janeiro.

Além desta o clube possui outras sedes:

  • Sede Náutica da Lagoa

Inaugurada em 18 de agosto de 1950. Foi construída devido à necessidade do clube de ter uma sede para abrigar os esportes náuticos quando as regatas passaram a ser disputadas na Lagoa.

Além do salão de festas, usado para as reuniões do conselho deliberativo do clube, a sede é também garagem dos barcos usados nos treinos e competições de remo.

Conta com: 3 pavimentos, um subsolo e um terraço, carpintaria para construção e conservação de barcos, garagem de barcos, sala de musculação, alojamento para 40 atletas e a administração. Situa-se às margens da Lagoa Rodrigo de Freitas, no bairro da Lagoa.

Em suas paredes externas, uma composição de azulejos de Burle Marx.

  • Calabouço

Antiga sede náutica do clube, hoje destinada ao lazer dos associados, conta com piscina, duas saunas, quadras esportivas, área de recreação infantil, salão de festas, departamento médico, administração e um restaurante. Situa-se ás margens da Baía da Guanabara na ponta do Calabouço, no centro do Rio de Janeiro, próximo ao Aeroporto Santos Dumont e ao Museu de Arte Moderna.

  • Centro de Treinamento Almirante Heleno Nunes

Terreno situado às margens da Rodovia Washington Luís, onde o clube projeta e inicia a construção de seu centro de treinamento, que terá diversos campos de futebol, 2 ginásios e um hotel-concentração. Parte do terreno é área de preservação ambiental, devido às suas características naturais.

  • Vasco-Barra

Centro de treinamento do clube, situado no bairro da Barra da Tijuca. Não pertence ao clube, trata-se de um centro de treinamento alugado.

  • Sede do Centro

O clube já possuiu uma sede no centro do Rio de Janeiro, desapropriada e demolida na década de 70 para as obras de construção do metrô do Rio de Janeiro.

Estádio e complexo esportivo-social

Estádio São Januário

  • Inauguração: 21 de Abril de 1927
  • Capacidade Atual: 35.000 torcedores
  • Jogo Inaugural: Vasco 3 – 5 Santos Futebol Clube
  • Maior Público: Cerca de 60 mil, em 19 de fevereiro de 1928, no jogo Vasco 1 x 0 Wanderers (Uruguai)
  • Maior artilheiro: Roberto Dinamite, 184 gols.

O complexo esportivo-social conta, além do estádio com:

  • Parque Aquático
    • Inaugurado em 30 de agosto de 1953.
    • Composto de quatro piscinas: uma olímpica, uma para saltos ornamentais e duas pequenas, para o aquecimento dos atletas. Vestiários, uma estação para tratamento de água e uma sala de musculação. O Parque Aquático do Vasco da Gama sediou em 1998 uma etapa da Copa do Mundo de Natação (a primeira disputada no Brasil) como parte das comemorações pelo Centenário do Vasco da Gama.
  • Ginásio Poliesportivo
    • Inaugurado em 23 de setembro de 1956.
    • Capacidade para 2,5 mil torcedores.
    • Quadra oficial para as partidas das equipes de futsal, basquete e handebol do clube.
  • Capela de Nossa Senhora das Vitórias (Padroeira do Clube)
    • Inaugurada em 15 de agosto de 1955.
    • Nela são celebrados missas, batizados e casamentos. Tradicionalmente se realiza nela que a missa pelo aniversário do clube.
  • Salão de Troféus
    • Lugar onde se encontram todas as glórias e conquistas do Vasco da Gama.
    • Cerca de seis mil troféus, taças, medalhas, bronzes, copas, faixas, placas, flâmulas, diplomas, fotos e relíquias referentes à história e às conquistas do Clube.
  • Quadras poliesportivas;
  • Sede administrativa;
  • Restaurante;
  • Loja de materiais do clube;
  • Hotel-Concentração para atletas;

Fundação

No final do século XIX, o remo era o esporte mais popular do Rio de Janeiro. Ainda que o ciclismo também fosse popular, o esporte de maior prestígio entre os comerciários da época era o remo, já que as bicicletas comportavam muitos custos.

Quatro jovens, Henrique Ferreira Monteiro, Luís Antônio Rodrigues, José Alexandre de Avelar Rodrigues e Manuel Teixeira de Sousa Júnior, se reuniam e remavam todos os fins de semana no Clube de Regatas Gragoatá, em Niterói. Moradores da cidade do Rio de Janeiro e cansados de terem que viajar até Niterói para praticarem seu esporte favorito, decidiram fundar um novo clube de regatas na cidade e logo conseguiriam mais adeptos à idéia.

A primeira reunião para traçar os planos para a fundação de um clube de remo realizou-se no número 80 da rua Teófilo Otoni.

Uma semana depois, no dia 21 de agosto de 1898, houve nova reunião, presidida por Gaspar de Castro. Dessa vez foi fundado o Club de Regatas Vasco da Gama, com um grupo formado então por 62 remadores, quase todos portugueses, em uma sala da Sociedade Dramática Filhos de Talma, na Rua da Saúde 293. Nesta ocasião foi eleito presidente Francisco Gonçalves do Couto Jr, comerciante dos bairros da Saúde e Botafogo, com 41 votos. Em dois meses o clube já contava com 250 sócios, o suficiente para solicitar para disputa dos campeonatos de remo.

No dia 7 de novembro, o Vasco solicitava a sua inscrição oficial na União de Regatas Fluminense e, ao mesmo tempo, conhecia as cores do seu uniforme: camisa preta, com uma faixa branca sobre o peito e a Cruz de Cristo ao centro. A Cruz, a mesma que levou a bênção cristã aos povos da Índia, a faixa branca simbolizando o estandarte que Vasco da Gama recebeu de D. Manuel, o Venturoso e a camisa negra representando os mares obscuros navegados pelas caravelas do navegador.

O Vasco, para iniciar nas competições, comprou 3 barcos: Zoca, canoa de quatro remos; Vaidosa, baleeira de quatro remos e Volúvel, baleeira de seis remos. Todas em madeira de cedro, ficavam guardadas num barracão na Ilha das Moças. A estréia oficial em competições aconteceu no dia 13 de novembro de 1898.

A primeira vitória viria no ano seguinte, no dia 4 de junho de 1899, com Volúvel, e uma equipe formada por Adriano Vieira (patrão), José Freitas, José Cunha, José Pereira, Joaquim Campos, Antônio Frazão e Carlos Rodrigues.

Em 1899, Francisco do Couto Jr., presidente do clube, renunciou devido à polêmica criada em torno da mudança de local da sede para o Passeio Público ou Praia de Botafogo. Ele saiu do clube levando consigo boa parte dos associados, e depois fundando o Clube de Regatas Guanabara, situado no bairro de Botafogo.

O ano de 1900 foi um marco na histórica rivalidade com o Flamengo. No primeiro páreo da história do remo brasileiro, com o nome do clube da Gávea, a embarcação vascaína foi a vencedora.

No dia 18 de maio de 1902, ocorreu a primeira tragédia: a baleeira Vascaína, de doze remos, comprada em 1900, que rumava a Icaraí, virou devido a uma forte ventania, morrendo afogados três remadores. Outros nove foram salvos pelos pescadores José Joaquim de Aguiar Moreno, Antônio Silveira e o menino Martins de Barros, todos condecorados por bravura, pelo representante do rei de Portugal, D. Carlos. Todos eles ganharam títulos de sócios honorários do clube.

Faleceram os remadores Luís Ferreira de Carvalho, Teodorico Lopes, José Pinto e Lourenço Seguro, os dois primeiros comerciários e os últimos comerciantes.

Superada a dor da tragédia, o Vasco seguiu em busca das vitórias. Já em 1905, com mais de cem remadores, o iole Procelária vence seu primeiro campeonato de remo do Rio de Janeiro. No ano seguinte, conquista o bicampeonato.

Desde seu início que o Vasco se afirmou como um clube que romperia com a herança racista herdada dos tempos da escravidão. Já em 1904 os sócios do clube, numa atitude inédita até então nos clubes esportivos brasileiros, elegeram um mulato para a presidência, Cândido José de Araújo, que foi reeleito para o cargo em 1905.

Na década de 1910, o Vasco começa a ampliar suas atividades e passa a disputar campeonatos de outro esporte, o tiro. Nessa modalidade ganha diversos títulos durante toda a década. Ao mesmo tempo, o remo continuava obtendo vitórias, e conquistou o tricampeonato carioca nos anos de 1912, 1913 e 1914 e depois o campeonato carioca de 1919.

O futebol

Na mesma década, o futebol começa a se popularizar na cidade, e em 1913 o Botafogo, que inaugurava o seu campo de General Severiano, trouxe como convidado o combinado português formado por jogadores do Clube Internacional, Sporting Clube de Lisboa e Sport Clube Império. A vinda do combinado português animou a colônia portuguesa, e foram fundados clubes de inspiração lusitana: o Luso, o Centro Português de Desportos e o Lusitânia F.C.

Alguns sócios do Vasco, também animados com o combinado, buscaram uma fusão com o Lusitânia, para a criação do futebol do Vasco. O Lusitânia resistiu, pois seu estatuto o definia como um clube “apenas para portugueses”, ao contrário do Vasco, que surgira para unir “sob a mesma bandeira irmãos de diferentes raças”.

A fusão, porém, era inevitável. Isso, porque a norma da Liga Metropolitana de Sports Athleticos (LMSA), que gerenciava o futebol carioca, só permitia a participação em seus quadros clubes que tinham ao mínimo um brasileiro.

Primeira divisão

Em 1923, inicia-se na elite da primeira divisão do futebol. O primeiro jogo foi um empate em 1 a 1 com o Andaraí. Logo depois o Vasco surpreenderia, vencendo o Botafogo por 3 a 1, fato que era inadmissível para os rivais, visto que o time vascaíno era composto inteiramente por negros, trabalhadores simples e nordestinos. A presença negra no time do Vasco começava no gol. Formavam o time o goleiro Nelson Conceição, Ceci e Nicolino, além de outros negros e mulatos.

Surge então a guerra contra o Vasco, que passou a ser acusado de ter um time de profissionais.

Nada fica provado e o Vasco segue no campeonato. Na terceira rodada do returno, porém, o Flamengo vence por 3 a 2, com o árbitro anulando um gol legítimo do Vasco. O árbitro da partida era Carlito Rocha, que pouco tempo mais tarde se tornaria o presidente do Botafogo.

Mesmo assim, lutando contra os clubes unidos contra ele, o Vasco venceu o América e o Fluminense, conquistando o campeonato no dia 12 de agosto de 1923, derrotando o São Cristóvão por 3 a 2, no campo de General Severiano.

Os clubes da “elite” não suportaram ver seus times sendo derrotados por um time formado por negros e pobres, e que nem estádio possuía. Vieram as acusações de falta de profissionalismo e a alegação de que analfabetos não poderiam atuar. Assim, o Vasco pagava a professores para ensinar seus jogadores a assinar a súmula das partidas.

Os camisas pretas – apelidado dado aos jogadores vascaínos por causa do seu uniforme, foram ganhando partida por partida, sempre virando o placar no segundo tempo, devido ao ótimo preparo físico dos jogadores, até ganhar o campeonato.

No ano seguinte, os clubes da zona sul (área de elite da cidade do Rio de Janeiro), Botafogo, Flamengo, Fluminense e alguns outros clubes se uniram e abandonaram a Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT) e fundaram a Associação Metropolitana de Esportes Atléticos (AMEA), deixando de fora o Vasco.

Depois, impuseram a condição de que o Vasco, para se filiar à nova entidade, AMEA, deveria dispensar doze de seus atletas (todos negros) sob a acusação de que teriam “profissão duvidosa”. Diante da situação imposta, em 1924, o presidente do Club de Regatas Vasco da Gama, José Augusto Prestes, enviou uma carta histórica à AMEA, recusando a se submeter à condição imposta e desistindo de filiar-se a AMEA.

Com a recusa, o Vasco permaneceu na LMDT, conquistando o bicampeonato de forma invicta. O último jogo foi Vasco 1 a 0 Bonsucesso, realizado no campo da rua Prefeito Serzedelo, no Andaraí.

Em 1925, o Vasco foi admitido na AMEA, graças ao apoio de Carlito Rocha (o mesmo árbitro que anulara o gol do Vasco em 1923), então presidente do Botafogo, que soube vencer as resistências internas na AMEA. Para ser admitido, o Vasco aceitou sediar os seus jogos no campo do Andaraí, na rua Barão de São Francisco, onde hoje está o shopping Iguatemi.

Apesar disso, o Vasco decidiu construir o seu próprio estádio, para acabar com qualquer exigência da entidade. O local escolhido para a construção foi a chácara de São Januário, que fora um presente de Dom Pedro I à Marquesa de Santos.

Em 21 de abril de 1927, o Vasco inaugura o então maior estádio do Brasil, perdendo para o Santos por 5 a 3. A construção do estádio durou dez meses e o dinheiro para a obra foi arrecadado por uma campanha de recolhimento de donativos de torcedores de toda a cidade.

Em 1929 o Vasco inaugurou a iluminação do estádio, passando a ser o primeiro estádio do Brasil com capacidade de realizar jogos noturnos. Ainda em 1929, o Vasco conquistou os campeonatos no remo e no futebol, tornando-se “Campeão de Terra e Mar”.

Principais Títulos

Internacionais

  • Campeonato Sul-Americano de Campeões: 1948
  • Taça Libertadores da América: 1998
  • Copa Mercosul: 2000

Nacionais

  • Campeonato Brasileiro: 1974, 1989, 1997 e 2000

Interestaduais

  • Torneio Rio-São Paulo: 1958, 1966 e 1999.

Estaduais

  • Campeonato Carioca: 1923/1924, 1929, 1934, 1936, 1945, 1947, 1949/1950, 1952, 1956, 1958, 1970, 1977, 1982, 1987/1988, 1992/1993/1994, 1998 e 2003.
  • Taça Guanabara: 1965, 1976/1977, 1986/1987, 1990, 1992, 1994, 1998, 2000 e 2003.
  • Taça Rio: 1984, 1988, 1992/1993, 1998/1999, 2001, 2003/2004.

Jogadores Famosos

  • Abel Braga
  • Acácio
  • Alex Dias
  • Andrada
  • Antônio Lopes
  • Bebeto
  • Darío Conca
  • Djalma
  • Domingo da Guia
  • Donizete
  • Dunga
  • Edmundo
  • Émerson Leão
  • Euller
  • Fabiano Eller
  • Fábio

  • Felipe
  • Gilberto
  • Helton
  • Jardel
  • Joel Santana
  • Juninho Paulista
  • Juninho Pernambucano
  • Júnior Baiano
  • Jorge
  • Jorginho Carvoeiro
  • Jorginho
  • Leônidas da Silva
  • Lira
  • Luizão
  • Luizinho
  • Marcelinho Carioca
  • Marco Antônio
  • Marco Antônio Boiadeiro
  • Mauro Galvão
  • Mazzaropi
  • Mola
  • Moises

  • Morais
  • Ondino Vieria
  • Petkovic
  • Pinga
  • Pedrinho
  • Pedrinho Gaúcho
  • Quiñoñez
  • Rafaneli
  • Ramon
  • Roberto Dinamite
  • Romário
  • Russinho
  • Sorato
  • Sony Anderson
  • Vavá
  • Viola
  • Zanata
  • Zé do Carmo
  • Zé Mario
  • Zé Maria

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